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Mãe sozinha, por Laura Spínola

Com imenso prazer mais um texto  sensacional dessa grande mãe. 

Laurinha já escreveu dois maravilhosos textos, caso voce queira ler, aqui tem os links:

Maternidade e os excessos

Desmame, qual o periodo ideal?

Impossível não se emocionar ao ler esse texto. Laura fala com profundeza, amor e ao mesmo tempo leveza sobre um tema tao pouco falado na maternidade: ser mãe sem pai.

Leia e se emocione também.

Beijos,

Cris Caldeira


Eu sou a Laura. Claro que não sou sozinha. Tenho dois filhos. Tenho família. Tenho suporte de uma grande irmã.

Mas eu falei em mãe sozinha.

Sim. Quando falamos em mãe sozinha talvez não consigamos dimensionar o tamanho e a grandeza que sozinha significa.

Laura Lorenzo

Não desmerecendo ninguém, nem minimizando a luta de cada uma mas ser sozinha não é nada fácil.

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Shantala para bebês pela Terapeuta Dalva Umbelina

Shantala para Bebês

Shantala (Google Imagens)

Shantala (Google Imagens)

Shantala é uma massagem milenar indiana. Foi descoberta pelo  médico francês Frédérick Leboyer, quando passagem pela Índia, se deparou com a cena de uma mulher numa calçada pública massageando seu bebê.

“Sim é preciso alimentar os bebês. Sem dúvida alguma. Alimentar a sua pele tanto quanto o ventre. É necessário restabelecer o equilíbrio. E alimentar “o de fora” tanto quanto o “de dentro” Para ajudar o bebê a atravessar o deserto dos primeiros anos de vida. É preciso falar com suas costas, é preciso falar com sua pele, que tem tanta sede e fome quanto o seu ventre. Os bebês tem necessidade de leite. Mas muito mais de ser amados e receber carinho.” (Frédérick Leboyer)

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BLW, pela mamãe Roberta Heringer

 

Baby-Led Weaning, nossa experiência com o método !

Mamãe Roberta e Lara <3

Mamãe Roberta e Lara

 

Lá em casa toda santa refeição era uma guerra, eu era boa de garfo,mas, meu irmão fazia com que as refeições em família se tornassem momentos tensos, onde de um lado ele chorava olhando para a comida e de outro minha mãe tentando fazer com que ele comesse a qualquer custo. E assim foi , durante anos.

Mais adiante eu engordei muito chegando a ser diagnosticada com obesidade. Meu marido foi uma criança e um adolescente obeso. Ambos lutamos muito para mudar nossos hábitos alimentares e ter uma vida mais saudável.

Então eu engravidei, e comecei a ler sobre alimentação infantil. Decidi primeiramente, que a menos que algo muito sério acontecesse e me impossibilitasse, a Lara iria mamar no peito até quando quisesse.

Não foi fácil, mas, isso é outra história. Mas, nós conseguimos , ela tem 7 meses e mama no peito. E esse é seu alimento principal. Nas minhas leituras , conversas com amigas conheci o método BLW. E sobre ele que iremos conversar!

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Plural Baby – Uma ótima opção em Cuiabá

Quando chega o momento de deixar nossos filhos em escolinhas, berçários ou com babás, somos tomada por uma avalanche de sensações né?!

Muitas vezes ao mesmo tempo que queremos muito voltar ao mercado de trabalho, também desejamos poder ficarmos o tempo todo com os bebês! Isso tudo faz parte do turbilhão de sentimentos controversos da maternidade!

Então, escolher muito bem, ter a certeza e sentir confiança na nossa decisão é fundamental para que possamos seguir mais tranquilamente possível {sofreremos mais que eles, disso temos certeza né mamães? rsrs}

Visitar vários espaços, conhecer, ouvir a opinião das mamães e se sentir bem no local, são os primeiros passos né?!

Se você mora em Cuiabá há algum tempo, com certeza já ouviu falar do Colégio Plural, é um colégio conhecido e tradicional daqui de Cuiabá. E eles estão com uma proposta incrível para os bebês maiores de 1 aninho, o Plural Baby.

Imagine aquele local que foi minimamente projetado pensando em cada detalhe do desenvolvimento dos bebês. Assim é o Plural Baby. As vezes, quando visitamos as escolas, observamos espaços que precisaram ser reajustados, aumentados ou adaptados né? Esse é um dos grandes diferencias do Plural Baby, lá o espaço foi totalmente criado para os bebês.

Entrada do Plural Baby <3

Entrada do Plural Baby ❤

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“As crianças aprendem o que vivenciam” – Resenha de livro

 

A cada dia que passo percebo que não há um manual exato de como criar o seu filho, não há fórmulas mágicas e nem verdades absolutas. Tudo depende de vários fatores ambientais e familiares, mas ler um bom livro ajuda muito em nosso dia-a-dia. Desde que descobri a maternidade, li muitos livros, artigos e continuo sempre lendo. Porque, os filhos crescem e os nossos questionamentos só aumentam não é?!

Hoje falaremos de um dos livros mais lindos e tocantes que eu já li: “As crianças aprendem o que vivenciam” de autoria de: Dorothy Law Nolte e Rachel Harris.

livro

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O caminho da cura da alergia alimentar (?)

expectativa

Você já ouviu falar na palavra resiliência?

Para a física, resiliência é, a capacidade de um material voltar ao seu estado normal depois de ter sofrido tensão.”

No contexto das alergias alimentares, acho impossível usarmos esse conceito de resiliência da física, pois voltar ao estado normal após a tensão é improvável. O estado de tensão, quando permitimos, muda a nossa forma de pensar e agir e as alergias alimentares fizeram isso comigo.

É mais coerente o significado da resiliência pessoal que é a “capacidade que as pessoas tem de retomar o seu equilíbrio emocional após sofrer grandes pressões ou estresse. São habilidades que lhes permitem lidar com problemas sob pressão ou estresse mantendo o equilíbrio emocional.”

Esse conceito de resiliência é aplicável à maternidade como um todo, com todas as fases dos nossos filhos!

Eu não encaro a alergia alimentar como uma doença, encaro-a como um convite (irrecusável rsrs) à vida saudável. Vejo a alergia alimentar já como a “cura” de muitas doenças, pois foi com a exclusão dos alimentos alergênicos que vi e vejo a diferença gigante na qualidade de vida do meu filho.

Antes que alguém pense que não sofremos nada por aqui com a alergia, devo dizer que foram várias noites sem dormir, com o meu filho tossindo, vomitando e com febre. Que passamos por vários médicos, que fomos por várias vezes em emergências nos hospitais, que ele ficou internado tomando soro e medicamentos, pois desidratou profundamente em menos de 2 dias por causa dos vômitos e tudo isso me intrigava o tempo todo. Questionava se aquilo tudo era realmente “normal” de criança. Era isso o que eu mais ouvia: “virose, coisa normal de criança”. {aqui conto como foi a descoberta da alergia alimentar: http://sabormaterno.com/2014/08/02/da-virose-a-alergia-alimentar/ }

Algo em mim dizia que aquilo não era verdadeiro, mas mesmo assim foram mais de 8 meses sem descobrir o que ele realmente tinha. Tomando um antibiótico por mês, perdendo o apetite, olheiras profundas, mudávamos de médico e tudo era “normal de criança”.

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